Começa, no próximo sábado, dia 15 de agosto, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite. Junto com ela, será realizada a Campanha de Multivacinação para Atualização do Esquema Vacinal, destinada a colocar em dia a caderneta de crianças que deixaram de receber algum imunizante na época indicada.Logo no primeiro dia, acontecerá o Dia D contra a pólio, em que postos de saúde vão funcionar, mesmo sendo sábado, das 8h às 17h — as unidades ficam abertas no mesmo horário, de segunda a sexta-feira, para vacinação. Além disso, neste fim de semana, haverá postos volantes montados em igrejas, escolas e associações de moradores.
Contra a poliomielite (ou paralisia infantil), devem ser imunizadas crianças de 6 meses a 4 anos e 11 meses. Já a campanha de atualização do esquema vacinal é voltada aos pequenos menores de 5 anos.
— A vacina contra a pólio é uma dose adicional oferecida às crianças com o intuito de aumentar a proteção coletiva e evitar a entrada do vírus no Brasil, que conseguiu erradicar a doença.
De 01 a 07 de agosto é
comemorada a Semana Mundial de Aleitamento Materno.
O leite materno contém componentes e mecanismos capazes de
proteger a criança de várias doenças. É um simbiótico: uma fonte natural de lactobacilos,
bífido bactérias e oligossacarídeos. Nenhum outro alimento oferece as
características imunológicas do leite humano. A mãe fornece ao filho
componentes protetores, através da placenta e do seu leite, enquanto o sistema
de defesa do bebê amadurece.
A amamentação, que é o ato de alimentar o bebê
com o leite materno, vindo diretamente do peito, deve ser exclusiva durante os
primeiros 6 meses de vida do bebê.
Outros aspectos reforçam a importância desse gesto de amor: “Os
laços afetivos são consolidados com a amamentação, além de possibilitar uma
recuperação mais rápida da mãe no pós-parto, pois a amamentação acelera o
retorno do útero ao tamanho original, auxilia na redução de peso da lactante e
na prevenção dos cânceres de mama e colo do útero”
E se você produz bastante leite, seja uma doadora.
Dia 28 de julho é comemorado o Dia Mundial de Luta Contra as
Hepatites Virais.
Hepatites Virais
As
hepatites virais são doenças infecciosas sistêmicas que afetam o fígado. Cinco
diferentes vírus são reconhecidos como agentes etiológicos da hepatite viral
humana: o vírus da hepatite A (HAV), o vírus da hepatite B (HBV), o vírus da
hepatite C (HCV), o vírus da hepatite D ou Delta (HDV) e o vírus da hepatite E
(HEV). Com exceção do HBV, que possui genoma DNA, todos os demais são vírus RNA.
As
hepatites A e E são transmitidas pela via orofecal e causam infecções agudas
benignas, que evoluem para a cura sem necessidade de tratamento específico. As
hepatites B, C e D podem evoluir para a hepatite crônica, que tem como
principais complicações a cirrose e o carcinoma hepatocelular.
Prevenção
Existem várias medidas que podem evitar a transmissão das hepatites virais:
> Usar preservativo em todas as relações sexuais;
> Exigir materiais esterilizados ou descartáveis em estúdios de tatuagem e de piercings;
> Não compartilhar instrumentos de manicure e pedicure;
> Não usar lâminas de barbear ou de depilar de outras pessoas;
> Não compartilhar agulhas, seringas e equipamentos para drogas inaladas e picadas, como o crack.
Existem várias medidas que podem evitar a transmissão das hepatites virais:
> Usar preservativo em todas as relações sexuais;
> Exigir materiais esterilizados ou descartáveis em estúdios de tatuagem e de piercings;
> Não compartilhar instrumentos de manicure e pedicure;
> Não usar lâminas de barbear ou de depilar de outras pessoas;
> Não compartilhar agulhas, seringas e equipamentos para drogas inaladas e picadas, como o crack.
Vacinação
A vacina contra a hepatite B deve ser recomendada para jovens até 29 anos, para as populações vulneráveis* (em especial, profissionais do sexo, homens que fazem sexo com homens e usuários de drogas) e para profissionais de saúde. É um direito e é a melhor forma de evitar a hepatite B. Essa vacina faz parte do calendário de vacinação da criança e do adolescente e está disponível em todas as salas de vacina do Sistema Único de Saúde (SUS) – cerca de 32 mil, no total. Todo recém-nascido deve receber a primeira dose logo após o nascimento, preferencialmente nas primeiras 12 horas de vida. Se a gestante tiver hepatite B, o recém-nascido deverá receber, além da vacina, a imunoglobulina contra a hepatite B, nas primeiras 12 horas de vida, para evitar a transmissão de mãe para filho. Caso não tenha sido possível iniciar o esquema vacinal na unidade neonatal, recomenda-se a vacinação na primeira visita à unidade pública de saúde. A vacina está disponível no SUS desde 1998.
A vacina contra a hepatite B deve ser recomendada para jovens até 29 anos, para as populações vulneráveis* (em especial, profissionais do sexo, homens que fazem sexo com homens e usuários de drogas) e para profissionais de saúde. É um direito e é a melhor forma de evitar a hepatite B. Essa vacina faz parte do calendário de vacinação da criança e do adolescente e está disponível em todas as salas de vacina do Sistema Único de Saúde (SUS) – cerca de 32 mil, no total. Todo recém-nascido deve receber a primeira dose logo após o nascimento, preferencialmente nas primeiras 12 horas de vida. Se a gestante tiver hepatite B, o recém-nascido deverá receber, além da vacina, a imunoglobulina contra a hepatite B, nas primeiras 12 horas de vida, para evitar a transmissão de mãe para filho. Caso não tenha sido possível iniciar o esquema vacinal na unidade neonatal, recomenda-se a vacinação na primeira visita à unidade pública de saúde. A vacina está disponível no SUS desde 1998.
Populações mais vulneráveis
Gestantes, após o primeiro trimestre de gestação; pessoas com
doenças sexualmente transmissíveis (DST); bombeiros, policiais civis, militares
e rodoviários; carcereiros de delegacia e de penitenciárias; coletadores de
lixo hospitalar e domiciliar; comunicantes sexuais de portadores de hepatite B;
doadores de sangue; homens e mulheres que mantêm relações sexuais com pessoas
do mesmo sexo; pessoas
reclusas (presídios, hospitais psiquiátricos, instituições de menores, forças
armadas, entre outras); manicures, pedicures e podólogos; populações de
assentamentos e acampamentos; populações indígenas; potenciais receptores de
múltiplas transfusões de sangue ou politransfundidos; profissionais do sexo;
usuários de drogas injetáveis, inaláveis e picadas e caminhoneiros.
Fique Sabendo
O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais já mantém uma estratégia de mobilização para o diagnóstico de aids, sífilis e hepatites: o Fique Sabendo. A estratégia, criada em 2003, tem grande aceitação e credibilidade entre profissionais e gestores de saúde pública.
O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais já mantém uma estratégia de mobilização para o diagnóstico de aids, sífilis e hepatites: o Fique Sabendo. A estratégia, criada em 2003, tem grande aceitação e credibilidade entre profissionais e gestores de saúde pública.
PREVINA-SE !!!
Ocorreu no ultimo dia 22/07/2015 a nossa festa Julina.
Promovida entre os funcionários e Cadastrados da unidade.
Foi uma tarde maravilhosa , com bastante comidas gostosas, brincadeiras para a criançada com direito a quadrilha promovida pela Professora Marta.





























